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The Boys
The Boys

The Boys (2019–2026)

Num mundo onde os super-heróis abraçam o lado mais negro da sua fama e celebridade, um grupo de justiceiros conhecidos informalmente como "Os Rapazes", têm como objetivo acabar com os super-heróis corruptos com apenas a sua determinação e disposição para jogar sujo.

4.2
5 seasons40 ép.Sci-Fi & Fantasy / Action & Adventure

Details

  • CreatorEric Kripke
  • CountryUnited States of America
  • NetworkPrime Video
  • StartedJuly 25, 2019

Cast

  • Karl Urban
    Karl Urban
    Billy Butcher
  • Jack Quaid
    Jack Quaid
    Hugh 'Hughie' Campbell
  • Antony Starr
    Antony Starr
    Homelander
  • Erin Moriarty
    Erin Moriarty
    Annie January / Starlight
  • Laz Alonso
    Laz Alonso
    Marvin T. 'Mother's Milk' Milk / M.M.

Seasons

Seasons

Storyline

Num mundo onde os super-heróis abraçam o lado mais negro da sua fama e celebridade, um grupo de justiceiros conhecidos informalmente como "Os Rapazes", têm como objetivo acabar com os super-heróis corruptos com apenas a sua determinação e disposição para jogar sujo.

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Reviews

Reviews(3)

Pedro Quintão
Pedro Quintão8 août 2024
3/5

**Crítica - Season 4** A quarta temporada de The Boys trouxe-me uma mistura de frustração e cansaço, ao ponto de sentir que a série se tornou exatamente aquilo que satirizava nas suas primeiras temporadas: o monopólio das produções de super-heróis. A narrativa da nova temporada foi arrastada e previsível, sem espaço para grandes progressos na trama, resume-se a um desfile de situações excêntricas, humor negro e violência. Mesmo assim, admito que a criatividade dos produtores em algumas cenas foi interessante, mas não conseguiu compensar a falta de novidades, assim como a evolução na história e das personagens. Gostei essencialmente do desenvolvimento do Homelander, que se mantém como o ponto alto da série, elevando a tensão em cada cena em que aparece. Esta temporada conseguiu torná-lo absolutamente num sociopata sem escrúpulos e a sua presença fazia-nos temer pelo destino de todas as personagens presentes, pois ele demonstra ser capaz de tudo, literalmente tudo. A mesma evolução positiva notei em A-Train, que num paralelo oposto, finalmente se redimiu e tornou-se numa das minhas personagens favoritas de toda a série, demonstrando empatia e um lado humano. A introdução de novas personagens, como a "heroína" Firecracker e Sage conseguiu segurar a minha atenção em 8 episódios que pareceram fillers. Firecracker, em particular, irritou-me imenso devido à sua personalidade, mas esse é o objetivo da personagem. Já Sage parece que se tornará num elemento importante na próxima temporada. (SPOILERS A SEGUIR) Quanto às personagens habituais, Billy Butcher e Starlight estão mais irritantes do que nunca. Billy parece um cinquentão com algum transtorno infantil devido à sua imaturidade e impulsividade. Definitivamente, não consigo gostar dele. No caso de Starlight, tornou-se absolutamente chata. Existe um momento em que uma vilã metamorfa rapta Starlight e assume a sua identidade, acabando por dormir com Hughie sem este suspeitar que ela é uma farsa. Entretanto, ela é descoberta e a verdadeira Starlight reaparece criando um drama com Hughie por dormir com a vilã, quando o personagem desconhecia que se tratava de uma impostora sob a forma de Starlight. Outro elemento que demonstra a necessidade dos argumentistas em nos encherem com subtramas para esconder a narrativa principal vazia, sustenta-se no arco de Frenchie. O personagem nunca demonstrou ser bissexual ou gay, mas logo no início da temporada, ele nutre uma atração por um jovem, que na verdade é o filho sobrevivente de uma família que Frenchie assassinou no passado. Mais tarde, assim que esse arco narrativo é descartado, Frenchie volta a ser heterossexual sem demonstrar qualquer sinal sobre como é bissexual ou homossexual. Se o objetivo seria ter uma personagem LGBT+, faria muito mais sentido tornar o Homelander bissexual e vê-lo num triângulo amoroso tóxico e perigoso com outras personagens. (FIM DOS SPOILERS) Na minha opinião, a criatividade e a irreverência que definiram "The Boys" mantêm-se presentes, mas a narrativa demonstrou desgaste devido à ausência de algum progresso. Ainda bem que terminará na próxima temporada.

Pedro Quintão
Pedro Quintão8 août 2024
3/5

**Crítica - Season 5** Costumava ser um enorme fã de The Boys. Descobri a série durante a pandemia e devorei as duas primeiras temporadas como já não devorava uma série há muitos anos. Adorei-a devido aos principais elementos: personagens carismáticas, momentos loucos e absolutamente inesperados, violência em níveis absurdos e, acima de tudo, uma sátira inteligente ao mundo dos super-heróis e à sociedade atual. Era uma série que para mim estava facilmente no nível de um 10/10. Entretanto, a terceira temporada já começou a dar sinais de desgaste, apesar de eu ainda ter gostado bastante. A quarta perdeu muita força. Mas esta quinta temporada foi uma autêntica catástrofe, tornando-se numa das maiores desilusões televisivas que me lembro de ver nos últimos anos. A temporada supostamente deveria focar-se no confronto final entre a equipa de Billy Butcher e Homelander, mas a verdade é que grande parte dos episódios parecem ser puros filler, pois quase tudo soa a preparação para futuros spin-offs, principalmente Vaught Rising, ao ponto desta temporada parecer mais uma campanha publicitária do universo da franquia do que um verdadeiro encerramento da série principal. E é aí que entendemos que The Boys se tornou naquilo que mais costumava criticar. No meio de tantas péssimas decisões, temos o novo retrato do Homelander. Nas primeiras temporadas, ele funcionava como uma sátira muito inteligente e ácida aos conservadores norte-americanos e ao culto sobre as figuras autoritárias. O problema é que a partir da quarta temporada a série perdeu completamente essa inteligência e subtileza. Tudo passou a ser extremamente “in your face”. O Homelander deixou de ser um psicopata assustador e imprevisível para se transformar quase numa caricatura direta do Donald Trump. No início estava a ter piada, mas tornou-se repetitivo, cansativo e até ridículo em vários momentos. Então, quando os argumentistas se lembraram de "torná-lo num Deus" foi o ponto mais lamentável da escrita em torno da personagem, pois apesar de inicialmente até ter potencial, acabam por se limitar à estupidez. Foi algo que me irritou, pois o Homelander tinha potencial para ficar ao nível da Cersei Lannister como um daqueles vilões horríveis, deploráveis, narcisistas e completamente psicopatas… mas que adoramos ver em cena devido ao impacto que têm na narrativa. Nas primeiras temporadas ele tinha exatamente essa presença e imprevisibilidade. Mas tornou-se apenas numa paródia exagerada dele próprio. O que salva minimamente a personagem continua a ser a interpretação absurda de Antony Starr, que continua brilhante no papel. Mesmo com um argumento péssimo, consegue transmitir desconforto só com expressões faciais e o seu olhar. Só é pena achar que merecia material muito melhor para trabalhar nesta reta final. Mas atenção, que o Homelander não foi a única personagem mal aproveitada, na verdade, acho que todas receberam um péssimo tratamento. Tivemos personagens do spin-off Gen V que supostamente teriam importância nesta temporada final e acabaram reduzidas a meros figurantes. Marie Moreau, que foi apresentada como uma das personagens mais poderosas daquele universo, praticamente foi impedida de fazer qualquer coisa (não houve nenhum único momento em que as personagens desse spin-off pudessem demonstrar os seus poderes). E também tivemos o regresso do Soldier Boy que existu apenas para gerar hype para Vaught Rising. A Sister Sage é outro exemplo frustrante, pois apesar de gostar muito da atriz, a série nunca soube o que fazer com ela. Dizem-nos constantemente que ela é a pessoa mais inteligente do mundo, mas raramente vemos isso refletido nas decisões ou no desenvolvimento da narrativa. Ficou uma personagem extremamente rasa para aquilo que prometia. O Hughie e a Starlight também passam a temporada inteira presos no mesmo ciclo emocional de sempre. Parece que andam há anos a repetir exatamente os mesmos conflitos, as mesmas conversas e os mesmos dilemas. Nenhum deles evolui. E isso é triste porque eram duas personagens pelas quais eu realmente gostava de torcer nas primeiras temporadas. Já o Billy Butcher tornou-se mais irritante do que nunca. Antes era um anti-herói imprevisível e brutal, agora parece só um homem constantemente zangado a repetir o mesmo tipo de atitude frustrada episódio após episódio. E o mais revoltante é que nem sequer os momentos de loucura funcionam mais. Antes existia um fator surpresa que nos deixava a pensar “que raio vai acontecer agora?”. Nesta temporada parece tudo reciclado, repetitivo e sem qualquer criatividade. Os dois últimos episódios então… foram das piores coisas que vi na televisão nos últimos tempos, ao ponto de me fazer acreditar que esta temporada conseguiu ser ainda pior do que a última de Game of Thrones. E digo isto porque, apesar de todos os problemas e daquele desfecho de porcaria, a última temporada de Game of Thrones ainda parecia ter um rumo e até alguns momentos impactantes. Já a temporada 5 de The Boys não teve absolutamente nada. Nenhum grande momento, nenhuma consequência memorável, nem a agurdada sensação de um encerramento épico. Talvez seja por isso que fiquei tão irritado. Eu raramente acompanho séries precisamente porque muitas acabam por se perder e fazer-me sentir que desperdicei horas da minha vida. E foi exatamente isso que senti aqui, porque The Boys tinha potencial para ser uma das melhores séries de super-heróis de sempre. Só tinha de manter o foco, desenvolver verdadeiramente o conflito e deixar a narrativa avançar naturalmente. Mas acabou por acontecer o pior possível: The Boys transformou-se exatamente naquilo que criticava, mais uma franquia excessivamente explorada, cheia de spin-offs, sem qualquer propósito e constantemente a prolongar histórias apenas por razões comerciais. **Notas das temporadas:** **Temporada 1:** 10/10 **Temporada 2:** 10/10 **Temporada 3:** 8/10 **Temporada 4:** 5/10 **Temporada 5:** 0/10 As duas primeiras temporadas continuam incríveis. A terceira ainda é bastante sólida. A quarta foi fraca, mas deixou-nos a antecipar uma conclusão épica. Já esta última foi tão má que, sinceramente, o único ponto positivo é mesmo o facto da série finalmente acabar. **Crítica - Season 4** A quarta temporada de The Boys trouxe-me uma mistura de frustração e cansaço, ao ponto de sentir que a série se tornou exatamente aquilo que satirizava nas suas primeiras temporadas: o monopólio das produções de super-heróis. A narrativa da nova temporada foi arrastada e previsível, sem espaço para grandes progressos na trama, resume-se a um desfile de situações excêntricas, humor negro e violência. Mesmo assim, admito que a criatividade dos produtores em algumas cenas foi interessante, mas não conseguiu compensar a falta de novidades, assim como a evolução na história e das personagens. Gostei essencialmente do desenvolvimento do Homelander, que se mantém como o ponto alto da série, elevando a tensão em cada cena em que aparece. Esta temporada conseguiu torná-lo absolutamente num sociopata sem escrúpulos e a sua presença fazia-nos temer pelo destino de todas as personagens presentes, pois ele demonstra ser capaz de tudo, literalmente tudo. A mesma evolução positiva notei em A-Train, que num paralelo oposto, finalmente se redimiu e tornou-se numa das minhas personagens favoritas de toda a série, demonstrando empatia e um lado humano. A introdução de novas personagens, como a "heroína" Firecracker e Sage conseguiu segurar a minha atenção em 8 episódios que pareceram fillers. Firecracker, em particular, irritou-me imenso devido à sua personalidade, mas esse é o objetivo da personagem. Já Sage parece que se tornará num elemento importante na próxima temporada. (SPOILERS A SEGUIR) Quanto às personagens habituais, Billy Butcher e Starlight estão mais irritantes do que nunca. Billy parece um cinquentão com algum transtorno infantil devido à sua imaturidade e impulsividade. Definitivamente, não consigo gostar dele. No caso de Starlight, tornou-se absolutamente chata. Existe um momento em que uma vilã metamorfa rapta Starlight e assume a sua identidade, acabando por dormir com Hughie sem este suspeitar que ela é uma farsa. Entretanto, ela é descoberta e a verdadeira Starlight reaparece criando um drama com Hughie por dormir com a vilã, quando o personagem desconhecia que se tratava de uma impostora sob a forma de Starlight. Outro elemento que demonstra a necessidade dos argumentistas em nos encherem com subtramas para esconder a narrativa principal vazia, sustenta-se no arco de Frenchie. O personagem nunca demonstrou ser bissexual ou gay, mas logo no início da temporada, ele nutre uma atração por um jovem, que na verdade é o filho sobrevivente de uma família que Frenchie assassinou no passado. Mais tarde, assim que esse arco narrativo é descartado, Frenchie volta a ser heterossexual sem demonstrar qualquer sinal sobre como é bissexual ou homossexual. Se o objetivo seria ter uma personagem LGBT+, faria muito mais sentido tornar o Homelander bissexual e vê-lo num triângulo amoroso tóxico e perigoso com outras personagens. (FIM DOS SPOILERS) Na minha opinião, a criatividade e a irreverência que definiram "The Boys" mantêm-se presentes, mas a narrativa demonstrou desgaste devido à ausência de algum progresso. Ainda bem que terminará na próxima temporada. Nota: 5/10

V
victor damião3 févr. 2026
4/5

A 4ª temporada de The Boys me surpreendeu mais do que eu esperava: eu comecei a assistir pela Prime Video meio sem vontade, talvez por uma saturação de séries de super-heróis, ou simplesmente por estar cansada desse tipo de história, mas, conforme os episódios foram passando, eu fui lembrando direitinho por que eu gostava tanto de The Boys. A série continua muito boa, afiada no humor ácido, nas críticas e na tensão constante, e acabou me prendendo de um jeito que eu não estava esperando; no fim, eu terminei a temporada com aquela sensação de "ok, isso aqui ainda funciona demais", e minha nota ficou em 8/10.

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