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Homem-Aranha: Um Novo Dia
Homem-Aranha: Um Novo Dia

Homem-Aranha: Um Novo Dia (2026)

Passaram-se quatro anos desde os acontecimentos de «Sem Volta a Casa», e Peter é agora um adulto que vive totalmente sozinho, tendo-se apagado voluntariamente da vida e das memórias daqueles que ama.

3.9
2h 25minFicção científica / Ação / Aventura2026

Details

  • DirectorDestin Daniel Cretton
  • CountryUnited States of America
  • Languageen
  • ReleaseJuly 29, 2026

Cast

  • Tom Holland
    Tom Holland
    Peter Parker / Spider-Man
  • Zendaya
    Zendaya
    MJ
  • Mark Ruffalo
    Mark Ruffalo
    Bruce Banner / Hulk
  • Jon Bernthal
    Jon Bernthal
    Frank Castle / Punisher
  • Jacob Batalon
    Jacob Batalon
    Ned Leeds

Storyline

Passaram-se quatro anos desde os acontecimentos de «Sem Volta a Casa», e Peter é agora um adulto que vive totalmente sozinho, tendo-se apagado voluntariamente da vida e das memórias daqueles que ama. A combater o crime numa Nova Iorque que já não conhece o seu nome, dedicou-se inteiramente a proteger a sua cidade — um Homem-Aranha a tempo inteiro — mas, à medida que as exigências sobre ele se intensificam, a pressão desencadeia uma surpreendente evolução física que ameaça a sua existência, mesmo quando um novo e estranho padrão de crimes dá origem a uma das ameaças mais poderosas que alguma vez enfrentou.

Trailer

Reviews

Reviews(4)

Pedro Quintão
Pedro Quintão2 août 2026
3/5

Admito que estava um pouco dividido antes de ver Spider-Man: Brand New Day, pois por um lado, queria muito descobrir como Peter Parker iria lidar com o anonimato depois do desfecho de Spider-Man: No Way Home (2021), completamente afastado da MJ e do Ned Leeds que foram enfeitiçados para se esquecerem do Peter Parker. Por outro, sentia que seria muito difícil este filme conseguir surpreender após No Way Home encerrar uma fase do super-herói de forma tão épica com uma boa história do multiverso, reunindo as antigas versões do Spider-man, que parecia quase impossível criar algo igualmente memorável. A história é sólida e, para quem gosta do Homem-Aranha ou do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), há aqui muito para se entreterem durante 2h30m. O mistério em torno do vilão funciona bem, principalmente porque estamos constantemente a tentar perceber quem ele é, quais são as suas verdadeiras motivações e porque controla o corpo de outras pessoas. Também gostei do foco dado ao lado mais íntimo e pessoal do Peter Parker, visto que vemos uma personagem muito mais isolada, obrigada a viver verdadeiramente as consequências da frase "com grandes poderes vêm grandes responsabilidades".\ No entanto, nem tudo resulta bem. As mutações que Peter começa a sofrer tinham potencial para levar a narrativa por um caminho bastante interessante, mas senti que foram introduzidas um pouco à força e nunca tiveram espaço para serem exploradas ao máximo e dentro do timing certo.\ Outro aspeto que me desiludiu nem sequer foi culpa do filme, mas sim do marketing. Os trailers e os inúmeros leaks acabaram por revelar demasiado e estragar a experiência. Personagens reveladas nos trailers e posters como o The Punisher e o Hulk teriam provocado momentos de verdadeiro choque se aparecessem sem sabermos. Em vez disso, quando surgem, o impacto desaparece quase por completo porque já estamos a contar com a sua participação.\ O mesmo acontece com outra personagem muito importante cuja identidade acabou praticamente denunciada pelos leaks e teorias de diversas páginas meses antes da estreia. Era suposto ser um daqueles momentos em que a sala inteira ficava em silêncio perante uma aparição tão inusitada, mas para mim acabou por ser apenas a confirmação de algo que já esperava. E é pena, pois essa personagem tem um contexto muito rico e também senti que a Marvel teve algum receio de explorar verdadeiramente esse background em torno da personagem. Mesmo assim, Spider-Man: Brand New Day está longe de ser mau. Continua a ser um bom blockbuster, bem realizado, divertido e capaz de entreter durante na maioria da sua duração. Contudo, achei que nunca consegue atingir o nível emocional ou o fator surpresa de No Way Home. Para mim, continua a valer a pena, principalmente para quem acompanha o Homem-Aranha desde o início do MCU. Apenas aconselho uma coisa: entrem na sala sabendo o mínimo possível. Evitem trailers e spoilers. Tenho quase a certeza de que a experiência será muito melhor. Não é o melhor filme do Tom Holland como Spider-Man. Aliás, para mim, é o mais fraco dos quatro, mas atenção que continuo a achar que os quatro filmes são bons. Simplesmente, este foi o que menos me marcou.

Mateus Ferreira
Mateus Ferreira7 août 2026
4/5

O filme é bem divertido, mas não tem nenhum momento que chegue a ser fantástico. Acredito que da inicio a um novo capítulo na vida do Spider de forma geral, mostrando um personagem mais próximo do que queremos ver. Um bom filme, mas não tão incrível como eu achei que seria.

Priscila Oliveira
Priscila Oliveira9 août 2026
5/5

Fui assistir sem esperar muita coisa e, sinceramente? Gostei. E gostei bastante. Pra mim, esse é facilmente o melhor filme do Homem-Aranha do Tom Holland até agora. E acho que o principal motivo é que, dessa vez, eu senti o Homem-Aranha de verdade. Nos primeiros filmes, eu tinha muito a sensação de que eram histórias tentando preencher algum espaço dentro do MCU, sabe? Como se precisassem ocupar uma linha do tempo, fazer o personagem estar ali… e acabou ficando aquela sensação de “encher linguiça”. Faltava um pouco daquela essência do Homem-Aranha que a gente conhece dos quadrinhos. Mas Um Novo Dia é diferente. Esse filme tem um peso emocional muito maior e, ao mesmo tempo, traz várias referências que lembram quem o Homem-Aranha realmente é: o amigo da vizinhança, o cara que está ali, no meio das pessoas, vivendo os problemas delas e tentando fazer o certo mesmo quando ninguém está olhando. E aí temos o Frank Castle, que, mesmo não sendo exatamente o protagonista, funciona muito bem dentro da história. A presença dele trouxe uma mistura que eu gostei muito: de um lado, aquele alívio cômico e as interações que quebram um pouco a tensão; do outro, uma ação mais frenética e pesada. E, surpreendentemente, essa combinação funcionou muito bem. O roteiro também me ganhou. Acho que dessa vez eles realmente acertaram a mão. Se os próximos filmes continuarem seguindo essa linha obviamente fazendo os ajustes e melhorando o que precisa ser melhorado eu acho que temos uma fórmula que pode render muito. E teve uma coisa que eu não esperava: o filme me fez refletir. Não vou entrar em detalhes porque não quero dar spoiler, mas tiveram pelo menos dois momentos em que algumas situações do filme conversaram diretamente com coisas da minha própria vida. E isso, pra mim, fez toda a diferença. Porque quando um filme consegue sair da tela e, de alguma forma, fazer você olhar para dentro, ele deixa de ser só entretenimento. Ele cria identificação. Foi justamente isso que aconteceu comigo. Eu me identifiquei, me aproximei da história e, consequentemente, criei um carinho ainda maior pelo filme. Talvez outras pessoas assistam e nem tenham essa mesma percepção, mas comigo aconteceu. E não é novidade pra ninguém que Homem-Aranha, pra mim, sempre foi o Tobey Maguire. É aquele Homem-Aranha da minha época, que marcou. Estamos falando de mais de 20 anos atrás! Mas vou dizer uma coisa: Tom Holland chegou muito perto daquilo que eu gosto no Homem-Aranha do Tobey. E isso, pra mim, já diz muita coisa. No fim das contas, fui sem expectativa e saí pensando: “Ok… agora sim eu estou vendo o Homem-Aranha que eu queria ver.” Tranquilamente, um dos melhores filmes do Homem-Aranha que eu já assisti. 🕷️❤️ E, dessa vez, eu realmente quero ver o que vem depois.

Ivy
Ivy4 sept. 2026
5/5

*Homem-Aranha: Um Novo Dia* me surpreendeu positivamente. É um filme bastante divertido, com um humor que, na minha opinião, tá na dosagem certa e não atrapalha os momentos mais sérios da história. O filme conseguiu me prender do começo ao fim e, sinceramente, nem senti o tempo passar. Uma das coisas que mais gostei foi a presença de personagens que gosto bastante, especialmente Yelena Belova e o Justiceiro. A participação da Yelena funciona muito bem, e gostei ainda mais da maneira como o filme trouxe Frank Castle para a história. O Justiceiro consegue ser apresentado de uma forma que funciona tanto para quem já conhece o personagem quanto para quem nunca teve contato com suas histórias anteriores. E isso é algo que considero um dos acertos do filme. Embora eu já conheça o personagem desde sua introdução na segunda temporada de *Demolidor*, passando por sua própria série e suas aparições posteriores em *Demolidor: Renascido*, o filme consegue apresentar o Justiceiro para um público que talvez nunca tenha assistido a nenhuma dessas produções. Até mesmo a história envolvendo sua família é mencionada de maneira relativamente sutil, sem exigir que o espectador conheça toda a trajetória de Frank para compreender suas atitudes. Também gostei bastante da participação do Hulk. Ele aparece na medida certa, não parece estar ali apenas para chamar atenção e ainda desempenha um papel importante ao ajudar Peter a lidar com os próprios problemas. A dinâmica entre os dois funciona muito bem. A Jean Grey também foi uma surpresa interessante. Gostei da maneira como seus poderes e sua história foram apresentados e, principalmente, de como o filme trabalha o fato de que ela não é simplesmente uma vilã. O desenvolvimento dela acaba dando um peso emocional maior ao conflito. Por outro lado, achei um pouco óbvio quem estava por trás de tudo. Desde *Homem-Aranha: Sem Volta para Casa*, a DODC/Controle de Danos já vinha sendo retratada de maneira bastante questionável, e isso continuou em produções como *Ms. Marvel* e *Magnum*. Como a organização já tinha um histórico de perseguir e agir contra pessoas superpoderosas, ficou relativamente fácil imaginar que havia algo errado por trás dos acontecimentos. A Jean até poderia parecer a grande vilã inicialmente, mas para quem acompanha o UCM, era difícil acreditar que ela fosse realmente a responsável por tudo. De maneira geral, porém, isso não prejudicou minha experiência. É um filme divertido, envolvente e que funciona tanto para quem acompanha os filmes anteriores do Homem-Aranha quanto para quem nunca assistiu a nenhum deles. Eu assisti tanto à versão dublada quanto à legendada e gostei bastante das duas. Os atores entregaram boas atuações e os dubladores fizeram um ótimo trabalho, mantendo a qualidade e a personalidade dos personagens. Parabéns a todos os envolvidos. Agora, uma coisa que me incomodou mais do que o próprio filme foram alguns comentários de pessoas que se dizem fãs da Marvel. Assim que o trailer saiu — e depois que o filme foi lançado — vi muita gente dizendo coisas como "gostei da estreia do Justiceiro no UCM". **Não. Essa não foi a estreia do Justiceiro no UCM.** Frank Castle já fazia parte do universo desde a segunda temporada de *Demolidor*, teve sua própria série, apareceu novamente em *Demolidor: Renascido* e ainda ganhou o especial *Justiceiro: Uma Última Morte*. É perfeitamente válido assistir apenas aos filmes e não acompanhar as séries, mas é diferente de ignorar obras que fazem parte desse universo e depois afirmar algo incorreto como se fosse um fato. O mesmo aconteceu com o Hulk. Vi pessoas questionando como Bruce Banner podia estar dando aula sem estar transformado em Hulk, como se *Vingadores: Ultimato* tivesse estabelecido que ele precisaria permanecer daquela forma permanentemente. Porém, produções posteriores, como *Mulher-Hulk: Defensora de Heróis* e *Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis*, já mostraram que Bruce desenvolveu um dispositivo capaz de controlar sua transformação. Portanto, não havia exatamente um mistério aí. No fim das contas, cada pessoa acompanha o UCM da maneira que quiser, e eu não posso controlar o que os outros assistem ou deixam de assistir. Só acho importante não transformar falta de conhecimento sobre determinadas produções em afirmações sobre a continuidade do próprio universo. Quanto ao filme, minha opinião é simples: gostei bastante. *Homem-Aranha: Um Novo Dia* é divertido, tem bons personagens, boas participações, humor na medida certa e conseguiu me manter interessado do início ao fim. Para mim, é um filme que consegue conversar tanto com quem acompanha o UCM há anos quanto com quem está chegando agora.

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