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Kill Bill: Toda a Obra Sangrenta
Kill Bill: Toda a Obra Sangrenta

Kill Bill: Toda a Obra Sangrenta (2011)

Uma ex-assassina – conhecida apenas como A Noiva – acorda de um coma depois de o seu antigo patrão e amante, Bill, lhe ter dado um tiro na cabeça e ter roubado o seu filho por nascer durante o ensaio do casamento.

4.1
4h 14minAção / Crime / Drama / Thriller2011

Details

  • DirectorQuentin Tarantino
  • CountryUnited States of America
  • Languageen
  • ReleaseMarch 27, 2011

Cast

  • Uma Thurman
    Uma Thurman
    The Bride / Beatrix Kiddo (Black Mamba) / Mommy
  • Lucy Liu
    Lucy Liu
    O-Ren Ishii (Cottonmouth)
  • Vivica A. Fox
    Vivica A. Fox
    Vernita Green (Copperhead)
  • Michael Madsen
    Michael Madsen
    Budd (Sidewinder)
  • Daryl Hannah
    Daryl Hannah
    Elle Driver (California Mountain Snake)

Storyline

Uma ex-assassina – conhecida apenas como A Noiva – acorda de um coma depois de o seu antigo patrão e amante, Bill, lhe ter dado um tiro na cabeça e ter roubado o seu filho por nascer durante o ensaio do casamento. Tem então início uma sangrenta viagem de vingança em que a noiva caça as antigas colegas da Deadly Viper Assassination Squad antes de enfrentar o próprio Bill. “Kill Bill: Toda a Obra Sangrenta” combina os Volumes 1 e 2 num único filme, incorpora cenas eliminadas anteriormente e planos alternativos, inclui uma remasterização a cores da luta dos Crazy 88 e uma sequência de sete minutos em anime.

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Reviews

Reviews(1)

Pedro Quintão
Pedro Quintão15 mars 2026
5/5

Kill Bill: The Whole Bloody Affair foi uma oportunidade perfeita para revisitar uma saga que marcou bastante a minha relação com o cinema. Vi os filmes quando era pequeno e sempre tive uma preferência pelo Volume 1, mas já não voltava a este universo há mais de uma década. Por isso, aproveitei para ver esta versão final de Quentin Tarantino no cinema e convidei o meu irmão que nunca tinha visto os filmes. A primeira coisa que confirmei foi que continuo a preferir claramente o Volume 1 ao Volume 2. O primeiro filme tem um ritmo muito mais frenético, cheio de estilo e energia. Quentin Tarantino realizou um filme onde praticamente tudo funciona, desde a violência estilizada, o humor, a fotografia e até os momentos mais parados conseguem captar completamente a nossa atenção. Já Kill Bill Vol. 2 é um filme muito mais calmo e contemplativo. Não é mau, mas sente-se mais arrastado em comparação com a intensidade do primeiro. Aqui, Tarantino apostou muito mais em diálogos longos e em momentos mais introspectivos. Alguns desses diálogos são ótimos, mas outros acabam por quebrar demasiado o ritmo. Se certas conversas fossem ligeiramente mais curtas, talvez o filme funcionasse melhor. Mesmo assim, o segundo volume continua a ser bo, apenas fica inevitavelmente na sombra do primeiro. Rever Uma Thurman neste papel continua a ser um prazer enorme. A sua presença é absolutamente magnética e é ela que sustenta grande parte da força da narrativa. O restante elenco também continua impecável e ajuda a tornar este universo ainda mais memorável. Além disso, voltar a mergulhar no estilo visual de Tarantino é sempre fascinante: a cinematografia, a montagem e sobretudo o design de som são extraordinários. Nesta versão The Whole Bloody Affair, foi especialmente interessante ver algumas diferenças como a icónica batalha contra os Crazy 88 no Volume 1 que aqui está totalmente a cores, o que muda ligeiramente a experiência desse momento lendário. Também gostei de rever o segmento em anime, que continua a ser um dos momentos mais criativos de todo o filme e está um pouco mais extenso. Depois dos créditos finais ainda há uma pequena surpresa: uma curta de animação 3D sobre um capítulo perdido da história, mas integrada no universo de Fortnite. A ideia é curiosa, mas acaba por destoar um bastante do resto do filme. Acho que teria funcionado muito melhor se tivesse sido feita em anime. Mesmo assim, foi uma experiência excelente voltar a ver Kill Bill no cinema, algo que não pude fazer quando os filmes foram originalmente lançados, pois tinha apenas 10 anos de idade. No fim de contas, Kill Bill continua a ser um grande marco no cinema e, particularmente, o melhor filme do Quentin Tarantino, sobretudo por causa do primeiro volume.

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