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Resident Evil
Resident Evil

Resident Evil (2026)

Bryan, um estafeta médico, está a fazer uma entrega quando ocorre um surto repentino, obrigando-o a lutar pela sobrevivência.

3.7
1h 35minTerror / Ficção científica / Aventura2026

Details

  • DirectorZach Cregger
  • CountryUnited States of America, Germany, France
  • Languageen
  • ReleaseSeptember 16, 2026

Cast

  • Austin Abrams
    Austin Abrams
    Bryan
  • Paul Walter Hauser
    Paul Walter Hauser
    Paul
  • Kali Reis
    Kali Reis
    Maxine
  • Zach Cherry
    Zach Cherry
    Carl
  • Johnno Wilson
    Johnno Wilson
    Officer Wilson

Storyline

Bryan, um estafeta médico, está a fazer uma entrega quando ocorre um surto repentino, obrigando-o a lutar pela sobrevivência.

Reviews

Reviews(2)

D
DanisVictor19 sept. 2026
5/5

**Resident Evil (2026) de Zach Cregger** **Por: Daniel Victor**  Uma das melhores coisas que me aconteceram durante meus estudos na área acadêmica foi entrar em contato com **Linda Hutcheon** e seu livro **Uma Teoria da Adaptação**. Nele, a autora defende que adaptar implica transformar, e que o adaptador não precisa permanecer preso às amarras de uma suposta **"essência"**. O **reboot** da franquia **Resident Evil**, nas mãos de **Zach Cregger**, não é propriamente **"fiel à obra"**, mas utiliza seus elementos para criar uma experiência divertida. Ao unir **terror** e **comédia**, o diretor faz alusões aos de maneira inteligente e criativa. Acompanhamos Bryan (**Austin Abrams**), um entregador de órgãos que recebe uma encomenda de última hora para o **Hospital Geral de Raccoon City**. O que deveria ser apenas mais uma entrega difícil devido às fortes nevascas que atingem a região transforma-se em uma corrida pela sobrevivência quando inúmeras criaturas atacam a ele e todos que cruzam seu caminho. \[...\] No entanto, a decisão de intercalar terror e comédia não me incomodou. No cinema, a série ficou presa por seis filmes ao rosto de **Milla Jovovich**, que, a cada nova produção, dobrava a aposta na ação. Ter uma **nova visão criativa**, remetendo aos jogos à sua maneira, traz um frescor necessário à série. **Resident Evil** intercala **terror** e **humor** sem perder de vista elementos presentes nos games da franquia. É um **reboot** necessário, que traz um novo olhar e um frescor bem-vindo a uma série que estava engessada. [++https://www.personacritica.com.br/post/resident-evil-a-melhor-adapta%C3%A7%C3%A3o-da-franquia-para-o-cinema++](https://www.personacritica.com.br/post/resident-evil-a-melhor-adapta%C3%A7%C3%A3o-da-franquia-para-o-cinema)

Pedro Quintão
Pedro Quintão21 sept. 2026
4/5

Adoro os jogos de Resident Evil, principalmente os originais e todos os remakes lançados depois de Resident Evil 7, sendo que já passei alguns deles várias vezes e completei o último, Resident Evil: Requiem a 100% até obter o troféu de platina na Playstation. Por isso, estava bastante curioso para ver esta nova adaptação, mesmo já sabendo que não seria uma adaptação fiel nem teria as personagens mais icónicas da franquia. A história acompanha Bryan (Austin Abrams), um estafeta médico que tem de fazer uma entrega em Raccoon City quando um surto viral transforma a cidade num verdadeiro pesadelo. É uma história original que decorre em paralelo aos acontecimentos de Resident Evil 2, mas que ignora praticamente tudo aquilo que conhecemos dos jogos. Por um lado, achei interessante acompanhar esta história através de alguém completamente anónimo dentro deste universo. Por outro, continuo a sentir que ainda não foi desta que tivemos uma adaptação verdadeiramente fiel ao espírito narrativo dos jogos. Mesmo sem adaptar diretamente nenhuma história dos videojogos e trazendo um retrato absolutamente superficial da mitologia, Resident Evil consegue captar bastante bem a atmosfera dos jogos. Apreciei a sensação de exploração, sobrevivência e progressão, que nos fazem sentir que estamos dentro de um videojogo. O ritmo também é bastante frenético e o filme entretém durante praticamente toda a duração. Um dos meus principais problemas é que acho que exagera um pouco na comédia. Há momentos em que gostava que o filme simplesmente parasse de fazer piadas e aumentasse a atmosfera sombria. Resident Evil funciona muito melhor quando abraça o terror e aquela sensação de que Bryan está completamente perdido num mundo desconhecido. Mas o verdadeiro problema está no desfecho. Sinceramente, não me lembro da última vez que vi um final que me deixasse tão frustrado. Depois de uma experiência que, apesar dos defeitos, estava a conseguir entreter-me bastante, o filme termina de uma forma que achei simplesmente péssima. Ainda assim, não saí do cinema a odiar o filme. É divertido, tem um bom ritmo, consegue transmitir parte da essência dos jogos e, principalmente, poderá servir como porta de entrada para algumas pessoas sentirem interesse em conhecer os videojogos. Não é a adaptação que os fãs merecem, mas pelo menos conseguiu ser um filme de terror interessante.

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